
Prevenção de Lesões no Futebol infantil
- há 4 dias
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O futebol é uma modalidade de alta exigência corporal. Mudanças bruscas de direção, acelerações, desacelerações e contato físico constante submetem o corpo a forças combinadas de cisalhamento, compressão e torção.
Para absorver e redistribuir essas cargas com segurança, o sistema musculoesquelético precisa estar devidamente condicionado.
Quando o preparo neuromuscular é insuficiente, o corpo falha. E, em um corpo em formação, essa falha não se limita a uma lesão pontual, ela representa tempo de afastamento do esporte, interrupção do desenvolvimento e, em casos mais graves, sequelas que se estendem à vida adulta.
Estudos prospectivos com jovens futebolistas demonstram que a taxa de incidência de lesões varia entre 35% e 50% por temporada competitiva. As lesões mais prevalentes são os estiramentos musculares da região posterior da coxa, as entorses ligamentares do tornozelo e as lesões por sobrecarga que acometem a placa de crescimento, como a doença de Osgood-Schlatter e a apofisite do calcâneo.
Diferentemente do corpo adulto, o sistema musculoesquelético pediátrico possui uma estrutura vulnerável: a placa epifisária, ou cartilagem de crescimento. É uma região menos resistente a forças de cisalhamento e compressão do que ligamentos e tendões maduros.
Lesões nessa estrutura podem gerar consequências duradouras e irreversíveis: fechamento precoce da placa, deformidades ósseas, assimetrias de membros inferiores e artrose precoce na vida adulta.
A prevenção existe.
A SOU atua exatamente nesse ponto, através de Avaliação Funcional, na qual identificamos assimetrias, déficits de força e padrões de movimento de risco antes que a lesão aconteça.
Seu filho treina, joga e compete. Mas ele já passou por uma avaliação com um fisioterapeuta ?
Não espere a lesão acontecer para agir.
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