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Joseph tinha um motivo para começar o reformer pelos pés

16 de ago.
2 min de leitura

Entenda o que os pés têm a ver com postura, equilíbrio e movimento, especialmente durante a infância e a adolescência.

Quem observa uma prática de Pilates no reformer pode achar curioso que tantos exercícios comecem pelos pés.

Mas essa escolha faz muito sentido quando entendemos que: os pés não servem apenas para sustentar o corpo. Eles também ajudam o cérebro a entender onde o corpo está no espaço.

A planta dos pés possui receptores sensoriais capazes de identificar pressão, contato e mudanças na interação com o solo. Essas informações são enviadas ao sistema nervoso e participam dos mecanismos envolvidos no equilíbrio e no controle postural. Ou seja: antes de pensarmos apenas em músculos, precisamos lembrar que movimento também é informação.


Um dos primeiros trabalhos realizados no reformer é o Footwork. Durante o exercício, modificamos o ponto de apoio dos pés: dedos e antepé, arcos plantares e calcanhares. E cada pequena mudança modifica a forma como o corpo recebe o apoio e precisa se organizar durante o movimento.


Enquanto a criança ou o adolescente realiza o exercício, observamos como os pés apoiam, como os joelhos se alinham, o comportamento da pelve, o controle do tronco e a maneira como todo o corpo responde ao movimento.


É justamente por isso que, na fisioterapia e no Pilates, olhar para os pés pode nos contar muito mais do que parece.


Pés, joelhos e postura estão relacionados?

O corpo não funciona em partes isoladas.

Quando um pai procura a SOU porque percebe que o filho tem pé chato, joelhos para dentro, dificuldade de equilíbrio, alteração na postura ou dor nas costas, nossa avaliação não se limita ao local que chama mais atenção.

Precisamos entender como aquela criança se movimenta como um todo.


Como ela apoia os pés?


Consegue ficar em um pé só?


Como organiza os joelhos durante os movimentos?


Tem força e controle suficientes?


Como está a mobilidade?


Há alguma assimetria que precisa ser investigada?



Essas respostas são muito mais importantes do que simplesmente olhar uma fotografia da postura.


No Pilates, mudar o apoio dos pés muda o exercício inteiro.


Quando alteramos a posição dos pés, mudamos as informações que chegam ao corpo, a distribuição das forças e a estratégia utilizada para realizar o movimento.


Por isso, na SOU, o Pilates para crianças e adolescentes não é uma sequência de exercícios executada da mesma maneira por todo mundo.

Existe um corpo sendo observado. Existe uma criança sendo avaliada. E existe um objetivo por trás de cada escolha.


Seu filho apresenta alguma alteração na postura?

Se você percebe pé chato, joelhos valgos (joelhos para dentro), dificuldade para se equilibrar, escoliose, assimetrias, dor nas costas ou outras alterações na postura do seu filho, o primeiro passo não é escolher um exercício.

É entender o que está acontecendo.


Na SOU Fisioterapia e Pilates para Crianças e Adolescentes, em Porto Alegre, o atendimento começa com uma avaliação fisioterapêutica individual, para observar postura, movimento, equilíbrio, força e as necessidades específicas de cada criança ou adolescente.


A partir daí, definimos quais estímulos realmente fazem sentido para aquele corpo.

Porque, no Pilates, até a posição dos pés tem um motivo.

 
 
 

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