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O que a ciência revela sobre postura, movimento e desempenho infantil?

  • Foto do escritor: Karine VIDA FIT & MOVIMENTO
    Karine VIDA FIT & MOVIMENTO
  • 21 de jan.
  • 2 min de leitura

O desenvolvimento motor na infância depende da qualidade dos estímulos, da diversidade de experiências de movimento, do ambiente e da capacidade da criança em organizar o próprio corpo no espaço.

Estudos mostram que intervenções corporais estruturadas, como o Pilates, podem exercer um papel fundamental nesse processo. Alterações posturais precoces são cada vez mais frequentes em crianças em idade escolar. Algumas pesquisas demonstram que programas de Pilates adaptados para crianças entre 5 e 6 anos produzem melhoras estatisticamente significativas em alinhamento postural, equilíbrio estático e dinâmico, flexibilidade e força muscular após apenas 10 semanas de intervenção (Sahin et al., 2022). Esses resultados sugerem que o método atua diretamente nos sistemas de estabilização e controle postural, fundamentais para atividades acadêmicas prolongadas, esportes e coordenação fina.




Estudos comparativos indicam que crianças submetidas a programas de Pilates apresentam ganhos superiores em agilidade, velocidade, equilíbrio e composição corporal em relação a programas tradicionais de educação física (Atilgan et al., 2024). Esses achados reforçam o papel do método na consolidação de padrões motores eficientes, com impacto direto no desempenho esportivo e na prevenção de compensações biomecânicas.


Revisões sistemáticas recentes apontam tendência consistente de melhora em flexibilidade, estabilidade central e controle neuromuscular em crianças e adolescentes praticantes de Pilates (Ghram et al., 2023). Embora a literatura ainda esteja em expansão, os dados disponíveis indicam que o método favorece uma base funcional para o crescimento. Mais do que melhorar a amplitude de movimento, o foco está na qualidade do controle, elemento central para a eficiência motora e a proteção articular. Intervenções baseadas em Pilates têm demonstrado impacto positivo também em função física, percepção corporal e qualidade de vida, inclusive em populações pediátricas com condições clínicas específicas. Ensaios clínicos com crianças com artrite idiopática juvenil mostram melhora significativa em função física e redução de dor quando o método é integrado ao tratamento convencional (Bayraktar et al., 2022). Esses resultados reforçam que o método atua não apenas na performance, mas na organização global do movimento e na autorregulação corporal.


O que estas informações significam para famílias? 

Em contextos educacionais de alto nível, o movimento deixa de ser apenas recreação e passa a integrar um projeto mais amplo de formação.

O Pilates infantil oferece:

  • Estímulos precisos para controle postural e estabilidade.

  • Consolidação de padrões motores eficientes.

  • Base funcional para esportes, aprendizagem motora e prevenção de disfunções futuras.




  • Desenvolvimento de consciência corporal desde fases iniciais. Quando conduzido por fisioterapeuta especializados, o método se torna uma ferramenta estratégica para promover movimento de qualidade, autonomia corporal e saúde a longo prazo.


    Quanto mais cedo identificamos, maiores são as possibilidades de evolução.


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